Como reagir a tudo isso que você diz
Quando vem e me pega assim,
De surpresa?
Qualquer poeta desconcerta
Com palavras de quem se ama...
Acho que é isso que nos liga, meu amor...
Esse lirismo das coisas bobas
A beleza do que é simples
Das besteiras todas da vida...
E quendo estamos juntos,
É isso que nos liga, meu amor...
Esse pulsar das coisas intensas
Ou a poesia que há em braços que se entrelaçam
Em pessoas que se perdem
Como que dissolvidas num só abraço,
Num só desejo,
No amor, que é um só.
É tudo isso que nos mantém perto
Quando recebo feliz as tuas palavras vindas de longe
E tenho vontade de chorar e rir e gritar
E não fazer nada na nostalgia da felicidade de te ter...
De te ter comigo, morena...
É tudo isso que nos mantém perto...
Quando ouso rabiscar esses meus versos seus
Em que brinco de poeta menino apaixonado,
Em que tento traduzir aquela coisa que nunca conseguirei...
É tudo isso que nos mantém perto...
Essa poesia que está em tudo em nossa história:
Na rua,
Naquela árvore,
(Na constelação das três Marias)
Em tudo...
Desde o beijo intenso e quente,
Até o sopro leve que bate no ouvido
Quando resolvemos, bem de perto,
Dizer que a gente se ama...
Quando vem e me pega assim,
De surpresa?
Qualquer poeta desconcerta
Com palavras de quem se ama...
Acho que é isso que nos liga, meu amor...
Esse lirismo das coisas bobas
A beleza do que é simples
Das besteiras todas da vida...
E quendo estamos juntos,
É isso que nos liga, meu amor...
Esse pulsar das coisas intensas
Ou a poesia que há em braços que se entrelaçam
Em pessoas que se perdem
Como que dissolvidas num só abraço,
Num só desejo,
No amor, que é um só.
É tudo isso que nos mantém perto
Quando recebo feliz as tuas palavras vindas de longe
E tenho vontade de chorar e rir e gritar
E não fazer nada na nostalgia da felicidade de te ter...
De te ter comigo, morena...
É tudo isso que nos mantém perto...
Quando ouso rabiscar esses meus versos seus
Em que brinco de poeta menino apaixonado,
Em que tento traduzir aquela coisa que nunca conseguirei...
É tudo isso que nos mantém perto...
Essa poesia que está em tudo em nossa história:
Na rua,
Naquela árvore,
(Na constelação das três Marias)
Em tudo...
Desde o beijo intenso e quente,
Até o sopro leve que bate no ouvido
Quando resolvemos, bem de perto,
Dizer que a gente se ama...
Está uma noite poética...
Por que não falar da nostalgia e da paixão
Que me surgem com as notas da canção desconhecida?
Vozes e pequenos pontos de luz...
Luzes de inúmeros brilhos de olhares
Que anseiam por um mundo novo
Que o constróem...
Trazendo consigo a beleza da Luta
O sentimento da igualdade
Da poesia...
Da poesia de que me falava essa moça...
Que como eu há tempos rascunhava seus versos,
Revolucionária.
Foi no grito que me encontrei
Foi,
É,
E será a força da vontade desse povo povo
Que fará sempre mover aqui dentro uma energia nova
Na certeza de que não estou só.
Hoje, uma palavra,
Por mais involuntário ou casual que pareça,
Ressoa na cabeça pensante e no peito poético
Deste lutador filosófico:
Avante, mundo novo!
Em nossas mãos e em nossos olhos,
Nossos anseios
E a nossa vontade inesgotável de caminhar.
Assim sendo, nos uniremos.
Caminharemos...
13/11/2008, às 00:53hs, durante espera pelo resultado da apuração das eleições do DCE UFV, para escolha da gestão 2009.
Texto dedicado ao grupo AVANTE!, que não venceu a eleição, para tristeza do verdadeiro movimento estudantil, e para a felicidade dos que o encaram como um promotor de festas...
Grupo que não venceu, mas que me ensinou que a Luta é bonita... galera que ensina a se apaixonar pelas coisas em que se acredita.
Continuaremos trabalhando, dentro ou fora do DCE, na certeza de que a nossa função, enquanto Movimento, é levar adiante todas as nossas pautas, encarando de frente aqueles que vão ao encontro dos falsos aplausos, mas que não constróem uma Universidade Nova, Viva e voltada para a Libertação dos Povos...
Uma música diria bem: "Quem sempre quer vitória esquece a glória de chorar"... e foi cantando com vocês, gritando com vocês nessa madrugada difícil e forte, que me vi chorando por encontrar em todos a vontade de viver e de lutar que eu quis pra mim. Não estamos sozinhos, e trabalharemos unidos para construir a sociedade nova que tanto sonhamos e que conquistaremos, lutando com a mesma garra que mostramos nessa noite e nesses anos de trabalho à frente do DCE e do ME.
Fica sempre um recado: no DCE ou não, AVANTE!
"Das ruas, das praças a gente não saiu!
Aqui está presente o Movimento Estudantil"
Por que não falar da nostalgia e da paixão
Que me surgem com as notas da canção desconhecida?
Vozes e pequenos pontos de luz...
Luzes de inúmeros brilhos de olhares
Que anseiam por um mundo novo
Que o constróem...
Trazendo consigo a beleza da Luta
O sentimento da igualdade
Da poesia...
Da poesia de que me falava essa moça...
Que como eu há tempos rascunhava seus versos,
Revolucionária.
Foi no grito que me encontrei
Foi,
É,
E será a força da vontade desse povo povo
Que fará sempre mover aqui dentro uma energia nova
Na certeza de que não estou só.
Hoje, uma palavra,
Por mais involuntário ou casual que pareça,
Ressoa na cabeça pensante e no peito poético
Deste lutador filosófico:
Avante, mundo novo!
Em nossas mãos e em nossos olhos,
Nossos anseios
E a nossa vontade inesgotável de caminhar.
Assim sendo, nos uniremos.
Caminharemos...
13/11/2008, às 00:53hs, durante espera pelo resultado da apuração das eleições do DCE UFV, para escolha da gestão 2009.
Texto dedicado ao grupo AVANTE!, que não venceu a eleição, para tristeza do verdadeiro movimento estudantil, e para a felicidade dos que o encaram como um promotor de festas...
Grupo que não venceu, mas que me ensinou que a Luta é bonita... galera que ensina a se apaixonar pelas coisas em que se acredita.
Continuaremos trabalhando, dentro ou fora do DCE, na certeza de que a nossa função, enquanto Movimento, é levar adiante todas as nossas pautas, encarando de frente aqueles que vão ao encontro dos falsos aplausos, mas que não constróem uma Universidade Nova, Viva e voltada para a Libertação dos Povos...
Uma música diria bem: "Quem sempre quer vitória esquece a glória de chorar"... e foi cantando com vocês, gritando com vocês nessa madrugada difícil e forte, que me vi chorando por encontrar em todos a vontade de viver e de lutar que eu quis pra mim. Não estamos sozinhos, e trabalharemos unidos para construir a sociedade nova que tanto sonhamos e que conquistaremos, lutando com a mesma garra que mostramos nessa noite e nesses anos de trabalho à frente do DCE e do ME.
Fica sempre um recado: no DCE ou não, AVANTE!
"Das ruas, das praças a gente não saiu!
Aqui está presente o Movimento Estudantil"
A canção me faz pensar em você,
Meu anjo...
Outra vez aperta a saudade
De rir com você sentado na rua
Procurando a lua no céu...
Reclamando das nuvens que não a deixam aparecer...
Rindo, a te ouvir falar do barulho que faz,
Quando a gente come alface... faz barulho?
Saudade de sentir tua pele perto
Teu coração batendo forte, perto do meu...
E o teu sorriso baixinho ao meu ouvido...
Não falta muito, meu bem.
Estarei contigo de novo para ter-te minha
E doar-me pra você...
Para me perder na imensidão da alegria do beijo,
Do afago,
Do abraço forte,
De tudo mais que vier
No desespero do encontro,
No desespero da vontade de matar essa coisa que às vezes dói tanto...
Isso que mantém teus olhos longe dos meus
E que em breve não será mais...
Não haverá mais, espero.
Espero com o coração apertado,
E cheio de vontade de ir a tua casa,
Chamar o teu nome
E te abraçar...
26/10/2008
Meu anjo...
Outra vez aperta a saudade
De rir com você sentado na rua
Procurando a lua no céu...
Reclamando das nuvens que não a deixam aparecer...
Rindo, a te ouvir falar do barulho que faz,
Quando a gente come alface... faz barulho?
Saudade de sentir tua pele perto
Teu coração batendo forte, perto do meu...
E o teu sorriso baixinho ao meu ouvido...
Não falta muito, meu bem.
Estarei contigo de novo para ter-te minha
E doar-me pra você...
Para me perder na imensidão da alegria do beijo,
Do afago,
Do abraço forte,
De tudo mais que vier
No desespero do encontro,
No desespero da vontade de matar essa coisa que às vezes dói tanto...
Isso que mantém teus olhos longe dos meus
E que em breve não será mais...
Não haverá mais, espero.
Espero com o coração apertado,
E cheio de vontade de ir a tua casa,
Chamar o teu nome
E te abraçar...
26/10/2008
Santa chuva, maravilhosa música na interpretação de Los Hermanos...
Vivem falando por aí de "inteligência artificial". Dizem que os computadores ainda tomarão o nosso lugar, nossas funções, como - em certa medida - já tem acontecido.
Ao que parece, os nossos concorrentes máquinas foram feitos à nossa "imagem e semelhança"... coincidentemente (ou não) feitos como nós, para que, diante deles, parecêssemos "dispensáveis"...
Cheguei à constatação disso analisando atalhos: os eternos "Controls+alguma coisa", que tanto nos ajudam às vezes. Suas funções, com toda certeza, são inspiradas no dia-a-dia de nós, reles orgânicos sentimentais...
O "Control+N", por exemplo, abre novos documentos de texto. Nós também vivemos adicionando pessoas, con-textos, emoções, ao nosso arquivo pessoal. vivemos abrindo novos documentos na memória, registrando muita coisa que a gente pretende nunca jogar na lixeira.
"Control+C, Control+V" são utilizados com uma freqüência incrível na sociedade da idolatria dos padrões. Seria um excelente nome para uma academia ou para um salão de beleza, não é? Saiu no Fashion Rio? Copia. Modelito de novela das oito? Cola!
E quando surgem os conflitos, os problemas, quem nunca acionou o seu "Control+Alt+Del"??? É... A gente costuma abrir sempre o nosso Gerenciador de Tarefas: abrir algumas, alternar para novas, e, principalmente, encerrar as que não estão respondendo. Dar uma geral e partir para a luta outra vez...
Talvez, seja esse também o motivo de estarem preferindo computadores a nós, humanos: apesar de nossa semelhança incrível, eles têm algumas funções em que nos superam. O "Control+Z" é uma delas.
Esse é um dos meus atalhos preferidos (acho que de todo mundo), porque é o responsável por desfazer erros quando a gente faz alguma besteira tecnológica. É o responsável pelo "voltar atrás" a gente não tem nas mãos no dia-a-dia.
Tantas vezes se quis consertar alguma merda cometida, não ter dado algum passo (ou ter dado, quem sabe?)... e a gente só deixa cair a ficha disso quando já salvamos as alterações no arquivo. Ou melhor: quando o Tempo, por conta própria, tratou de fazer isso. Ele têm um "Control+S" fantástico, acionado involuntariamente a cada instante. A gente se chateia, chora, se revolta, mas não tem jeito: por mais que se calculem as possibilidades, as conseqüências, nunca se sabe o que virá. E quando vier, por pior que seja, nós não temos "Control+Z".
Que fazer? Lamentar e seguir a vida triste, conformado com a realidade esmagadora (dramático isso, hein?)?! Eu acho que não. Não há motivo para tristezas.
Com todas essas reflexões, consigo ainda sentir-me melhor que qualquer máquina com todos os seus atalhos. O mágico da Vida é a adrenelina de se lançar ao Desconhecido... aprender todas as suas filosofias, refletir sobre todos os momentos ruins, desfrutar de todos os momentos bons...
Ter a consciência de que, um dia, nosso computador será desligado.
E mesmo que o reiniciem (quem sabe se existem outras vidas?), a caminhada começa outra vez: os arquivos todos se apagam quando nos tiram da tomada. As experiências nunca serão iguais. A gente só tem o privilégio de viver uma vez...
Não temos "Control+Z"... Mas somos - reles - orgânicos sentimentais... e isso é o que importa... porque isso é o que nos habilita à felicidade...
Murilo Araújo, 25/10/2008
Um filminho para alegrar os dias...
Viva os amores conflituosos!!!
Quem nunca teve um?
E quem nunca fez loucuras por ele???

Que fosse terno enquanto durasse.
Como durar algo que nunca existiu??
Como admitir para si mesma
Que errará?
Errará em se envolver.
Errará em acreditar.
Errará em imaginar
Que existisse algo de verdadeiro
Naqueles beijos.
Naquele tocar.
Naquelas carícias.
Ele olhava-te nos olhos.
Ele abraçava-te veemente.
Como acreditar
Que tudo não passava De uma mera distração?
Acreditastes.
Errastes...
Pior:
Arrependera-se.
Texto da grande amiga Lina Maria.
Te amo, querida...